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52,9% dos idosos em instituições de Pelotas têm deficiência de vitamina D

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Um estudo do Programa de Pós-Graduação em Saúde e Comportamento (PPGSC) da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) identificou que 52,9% dos idosos residentes em Instituições de Longa Permanência (ILPs) de Pelotas apresentam deficiência de vitamina D. Em casos extremos, pesquisadores encontraram pacientes com menos de 5 ng/ml — menos de um quinto do nível considerado adequado, que é acima de 29 ng/ml. A pesquisa foi publicada na revista internacional Nutrients, um dos periódicos mais bem avaliados do mundo na área de nutrição. Foram avaliados 104 idosos residentes em ILPs de Pelotas, com coleta de dados sociodemográficos, clínicos e nutricionais obtidos por meio de entrevistas e revisão de prontuários médicos. O estudo também registrou que cerca de 84% dos participantes apresentavam declínio cognitivo e 80% tinham demência — mas os pesquisadores não identificaram associação direta entre esses quadros e os níveis de vitamina D. O que o estudo aponta é uma alta prevalência simultânea dessas condições, o que complica o cuidado e o acompanhamento dessa população. A pesquisa aponta um caminho concreto de prevenção: idosos que não suplementavam vitamina D tinham 27% mais chance de desenvolver deficiência elevada do nutriente. Segundo o coordenador do PPGSC e autor correspondente do estudo, Adriano de Assis, a vitamina D está associada a funções fisiológicas amplas — incluindo o metabolismo do cálcio e a prevenção de fraturas, riscos especialmente relevantes para a população idosa institucionalizada. 📲 Leia a matéria completa em radiocom.org.br

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