Geração conectada, mas sem enxergar a própria rua
Eles identificam uma imagem feita por inteligência artificial em menos de um minuto, mais rápido que muito adulto. Mas pergunte o que se decide aqui em Pelotas e a resposta costuma ser o silêncio. Esse é o retrato que o VeriFato, projeto de extensão do curso de Jornalismo da UFPel, encontra nas escolas da cidade. A geração mais conectada da história acompanha o que viraliza no país inteiro, mas quase não enxerga a própria rua: o esgoto estourado, o lixo que não passou, o que a Câmara vota. E boa parte disso, segundo o projeto, tem nome: algoritmo. Nas oficinas, a equipe mostra que reconhecer uma fake news não basta. É preciso aprender a perguntar de onde vem a informação, quem assina, de quando é. E encarar conteúdos que parecem inofensivos, como a tal novelinha das frutas, que crianças assistem por horas sem perceber a violência embutida. O @veri.fato já virou referência nacional e esbarra num limite que a escola não resolve sozinha: a falta de regras para as plataformas que lucram com tudo isso. Na matéria completa, a professora Silvia Porto Meirelles Leite e a bolsista Kemi Silva da Costa Mattozo contam o que estão vendo dentro das salas de aula de Pelotas, e por que isso é problema de todo mundo. Marque aquele professor, aquela mãe ou aquele pai que precisa ler isto. Leia a matéria completa em radiocom.org.br 📻 RádioCom Pelotas — 104.5 FM 📲 Site, YouTube e Facebook da RádioCom Pelotas








