SAMU Mental de Pelotas atende emergências psiquiátricas
Em 2025, o SAMU de Pelotas atendeu 1.643 emergências psiquiátricas. E quem chegava, na maioria das vezes, não tinha preparo específico para isso. Motorista e técnico de enfermagem diante de uma pessoa em surto, em tentativa de suicídio, em crise de ansiedade aguda. O mesmo protocolo de sempre, para uma situação completamente diferente. Isso mudou — e Pelotas foi a primeira cidade do Rio Grande do Sul a mudar. O SAMU Mental chegou com equipe própria, escuta qualificada e uma distinção que antes ninguém fazia na hora do atendimento: o que é crise psiquiátrica, o que é violência doméstica mal triada, o que é sofrimento social que virou internação indevida. Larissa Dall'Agnol, professora de Terapia Ocupacional da UFPel, e o vereador Alexandre Bublitz, médico e autor de lei semelhante em Porto Alegre, são diretos: o serviço é real, o avanço é concreto — e a rede que precisa sustentá-lo ainda está longe de ser o que deveria. Porto Alegre aprovou a lei por unanimidade e engavetou. Pelotas saiu na frente. O que vem depois depende de escolhas que ainda estão por ser feitas. A entrevista completa está em radiocom.org.br 📻 RádioCom Pelotas — 104.5 FM 📲 Site, YouTube e Facebook da RádioCom Pelotas
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RádioCom 104,5 fm MAIOR REGIÃO SUL SAÚDE Crise psiquiátrica também é emergência — e Pelotas foi a primeira a levar isso a sério CONTRAPONTO! Imagem: Volmer Perez/Secom








