Basquete em cadeira de rodas é ferramenta de inclusão e transformação social
Em entrevista ao Bom Dia RU, o coordenador do Projeto Sextou, Mário Renato de Azevedo Jr., e os atletas Diovane Pires das Neves e Marco Peres destacaram o papel do basquete em cadeira de rodas como ferramenta de inclusão, autonomia e transformação social. A conversa teve como foco o evento Virando o Jogo, que convida a comunidade a conhecer a modalidade e vivenciar, na prática, a experiência do esporte adaptado. Desenvolvido há 16 anos em Pelotas, o projeto é vinculado à Escola Superior de Educação Física (ESEF) e oferece, de forma gratuita, a prática do basquete em cadeira de rodas para pessoas com deficiência. Além da formação esportiva, a iniciativa também contribui para o ensino, a pesquisa e a extensão universitária, reunindo estudantes, professores e atletas em um ambiente de inclusão e aprendizado. Durante a entrevista, Diovane e Marco compartilharam suas trajetórias de superação após adquirirem deficiências físicas, relatando como o esporte contribuiu para recuperar a autoestima, fortalecer a independência e expandir o convívio social. Os entrevistados ressaltaram que o projeto vai além da prática esportiva, tornando-se uma rede de apoio e acolhimento para pessoas que enfrentam desafios semelhantes. Os convidados também reforçaram o convite para o Virando o Jogo, evento gratuito que busca aproximar a população do paradesporto por meio de partidas demonstrativas e atividades interativas. A proposta é mostrar que o basquete em cadeira de rodas é um espaço aberto à comunidade, promovendo acessibilidade, inclusão e a quebra de preconceitos por meio do esporte. 📻🎙️ Rádio Universidade: No ar, novas possibilidades!
