Centro Histórico de Pelotas, um comércio de memórias
Num sábado de sol, o movimento começa cedo no Centro Histórico de Pelotas. Entre bancas de antiguidades, roupas de segunda mão, discos de vinil, artesanato e objetos que carregam décadas de história, o que acontece ali é mais do comércio. Pessoas caminham sem pressa, observam detalhes, conversam com expositores, lembram objetos da infância ou descobrem pela primeira vez algo que parecia pertencer apenas ao passado. Em uma cidade reconhecida pela força do patrimônio histórico, a memória não está apenas nos museus ou prédios restaurados. Também acontece nas escolhas do cotidiano. O crescimento de feiras, brechós e espaços de consumo alternativo tem revelado uma nova forma de relação entre os pelotenses e a cidade. Cada vez mais, feiras e brechós têm transformado o antigo em experiência e feito do Centro um lugar de permanência, encontro e reinvenção. 📝 Lylian Santos/JTR 📸 Gustavo Vara e Divulgação Leia a matéria completa no site www.jornaltradicao.com.br


