Pelotas em 'O Diabo Veste Prada'
Pressão constante, busca por desempenho ideal e necessidade de cumprir padrões de estética e de comportamento estão entre os principais temas abordados pelo filme “O Diabo Veste Prada”, de 2006. Após 20 anos, o sucesso cinematográfico ganhou um segundo volume, lançado nos cinemas na quinta-feira (30), com alta expectativa por parte do público. Segundo especialistas, mesmo depois de duas décadas, a temática do filme ainda é protagonista na sociedade. Classificada como Workplace Drama, a primeira obra conta a história de Andrea Sachs (Anne Hathaway), uma jovem jornalista que se torna assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep), editora-chefe rígida da revista “Runway”, em Nova York. O filme explora os bastidores da moda e o amadurecimento profissional de Andrea, apelidada de Andy. Na continuidade, Miranda enfrenta dificuldades com a queda da mídia impressa e a perda de relevância da revista, precisando da ajuda de Andy para superar um escândalo e se manter no topo. Conforme a psicóloga Helena Strelow, narrativas como essas ativam o lado emocional do público feminino, gerando identificação. “Histórias como a de Miranda e Andrea tocam em um ponto sensível: o dilema entre ser respeitada ou ser aceita. Miranda representa aquela ‘armadura’ de excelência que muitas mulheres desejam, enquanto Andy reflete o esforço exaustivo de tentar caber em lugares que não foram feitos para nós. É um espelho da nossa luta para ocupar espaços sem perder a essência”, diz. 📝Clarissa Ribeiro/JTR 📸Divulgação Leia a matéria completa no site www.jornaltradicao.com.br
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Duas décadas depois, “O Diabo Veste Prada” ainda reflete a cobrança sobre mulheres no trabalho
