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Sophie e a Arte do Origami em Pelotas

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O Bairrista Pelotas — imagem

O que começou como uma descoberta durante a pandemia se transformou em uma trajetória de aprendizado, criatividade e reconhecimento para a estudante Sophie, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Ministro Arthur de Souza Costa. A arte de dobrar papéis, conhecida como origami, tornou-se uma ferramenta de expressão e desenvolvimento, levando a aluna a conquistar destaque em diferentes edições do RoboPel. A aproximação de Sophie com a técnica aconteceu após receber um frasco com um tsuru — dobradura japonesa em formato de ave. Motivada pela curiosidade, ela decidiu aprender a confeccionar a peça e, com o incentivo da professora Gislaine Fagundes, passou a compartilhar o conhecimento com os colegas e aprimorar suas habilidades. Em seu terceiro ano participando do RoboPel, Sophie acumula conquistas, incluindo o primeiro lugar nas edições 213 e 214 da competição. Neste ano, ela levou para sua banca diferentes criações feitas com a técnica, como modelos modulares, papagaios, gatos, sapos e dinossauros, que foram o grande destaque de sua apresentação. “O que eu mais gosto é a diversidade de tudo que dá para se fazer. Principalmente dos modulares, eles são muito divertidos de fazer. Se eu tenho um livro que não está sendo usado, dá para fazer um projeto legal ao invés de jogar fora”, contou a estudante. O caminho de Sophie até o RoboPel começou a partir da observação da professora Gislaine Fagundes, atualmente coordenadora pedagógica dos anos finais da escola. Durante as aulas de Introdução à Computação, a educadora percebeu que as dobraduras realizadas pela aluna poderiam ser utilizadas como ferramenta pedagógica. “Durante as aulas de Introdução à Computação, eu vi que ela fazia as dobraduras. Ela até me presenteou com uma. Percebi que aquilo se encaixava com os conteúdos que eu precisava trabalhar e decidi explorar essa habilidade”, explicou. A partir da iniciativa, Sophie passou a apresentar o trabalho para outras turmas, encontrando no origami uma forma de reconhecimento e integração no ambiente escolar. No ano seguinte, a professora decidiu inscrever a estudante no RoboPel, onde ela passou a apresentar

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