Protocolo integrado ajuda a combater violência doméstica em Pelotas
Pelotas tem delegacia especializada, centro de referência, casa de acolhimento, defensoria pública, juizado de violência doméstica e patrulha Maria da Penha. Uma rede que existe — mas que até agora operava sem um protocolo integrado que definisse, para cada instituição, qual é o seu papel, em que momento entra e como passa o caso para a próxima etapa. Esse protocolo foi lançado. E ele importa porque a ausência de fluxo tem um custo real: a mulher que precisa repetir seu relato a cada novo serviço que acessa não está só perdendo tempo — está sendo revitimizada pelo sistema que deveria protegê-la. Francisca Jesus, presidenta do COMDIM, esteve no Contraponto para explicar o que o protocolo muda, o que ele não resolve e o que Pelotas ainda precisa construir para que a rede funcione de verdade — inclusive para mulheres de municípios vizinhos que não têm a mesma estrutura. Arraste o carrossel e leia a matéria completa no site radiocom.org.br









